quinta-feira, 25 de abril de 2019

domingo, 6 de maio de 2018

Convite para o curso "Psicodiagnóstico Infantil".


Inscrições para o curso em São Paulo:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe2ANUEaqkXpnavex3koh6KpCWsTYvBVk8IJjLEPTpE8TVyEQ/viewform?c=0&w=1

Inscrições para o curso do Rio de Janeiro:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd7giEt0NhIQoNnJqrw7fDTUNeYwrtBUmm41z176Uz1KSkwkA/viewform?c=0&w=1

Inscrições para o curso de Ribeirão Preto:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe7bqbbNmvC64Gneyuc0UpOpDvJrNF-Nh3bw9G6B6jBLyVpJA/viewform?c=0&w=1

domingo, 29 de abril de 2018

sexta-feira, 9 de março de 2018

Palestra Gratuita sobre Comunicação entre Pais e Filhos

Nesse sábado, dia 10 de março,às 17hs, estarei na Igreja Presbiteriana de Veleiros,oferecendo uma palestra sobre o desafio da Comunicação entre Pais e Filhos.
Você é meu convidado!

Av. Ipanema, 367-379

terça-feira, 30 de janeiro de 2018


Grande oportunidade para profissionais de Psicologia e Psicopedagogia

curso presencial: "Psicodiagnóstico Infantil "

Público Alvo: Psicólogos e Psicopedagogos interessados em atendimento infantil

Em São Paulo -zona Sul  6,7 e 8 de abril  (sendo dia 6 das 19h às 23hs; Dia 7 das 9h às 18h e dia 8 das 9h às 15hs.

Rio de Janeiro-Região dos Lagos (Araruama,Arraial do Cabo, Buzios e Cabo Frio) dias 19 e 20 de maio Das 8h às 18hs.

Conteúdo Programático:

*Captação de clientes
*Amnamenese
*Diferentes Instrumentos  e Recursos de Avaliação Psicodiagnóstica
*Interpretação de desenhos/material produzido
*Interpretação de Atividades Lúdicas
*Sugestões de Intervenção
*Feed Back Escolar
*Feed back à família da criança em atendimento
*Intervenção e Acompanhamento institucional
*Suporte via supervisão

Profissional Responsável pela Formação: Fabiana Jurca Dadas 
Psicóloga /Pedagoga/Professora Universitária no curso de Psicopedagogia e no MBA em gestão de Saúde  e Psicologia Social/especialista em deficiência intelectual e educação inclusiva/ palestrante/autora do Livro "Educar pode ser fácil,editora Vozes (publicado no Brasil e Internacionalmente)/ Consultora/Selecionadora em RH/Comentarista em programa televisivo/psicóloga clínica atuante há 23 anos .


Investimento: R$ 1270 reais. Parcelamos em 10 X sem juros no cartão de credito ou 3 X no cheque.
Informações: Whatsapp(11) 971450684 ou jurcadadas@hotmail.com

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

segunda-feira, 8 de maio de 2017

sexta-feira, 31 de março de 2017

Desafio da Sociedade Contemporânea: Despatologização da vida e Desjudicialização das relações

Nesses vinte e três anos de percurso profissional, mediando relações familiares, empresariais e interpessoais, tenho me atentado com afinco à maneira como determinados assuntos tem sido banalmente abordados. Entre alguns temas pertencentes a essa preocupação, destaco a Patologização e a judicialização da vida como um todo.
Bem... Iniciemos pela Patologização...
Nas duas últimas décadas, foram conquistados muitos avanços na área da saúde, tanto em recursos humanos como em ciência, tecnologia e conscientização sobre o direito de acesso. Porém paralelo a isso, cresceu também a prática de tratar como questões médicas, quase tudo que foge ao padrão comportamental esperado pela sociedade. Os termos técnicos passaram a ser usados de forma banal e o que era restrito ao uso profissional, passou a fazer parte do cotidiano.
Hoje o indivíduo não fica triste... fica depressivo ! Não fica irritado, mas sim, estressado! Não fica agitado, mas hiperativo!... Criança não tem dificuldade no processo de aquisição da leitura e escrita, tem sim, suspeita de dislexia... E assim por diante.
E esse mau hábito de patologizar a vida, tem por consequência a medicalização descontextualizada. As pílulas passam a resolver tudo... Substituem o diálogo, a companhia, o cafuné. Enquanto medicalizamos a vida, nos eximimos ao transtorno das reflexões... das mudanças de postura. Para que repensar uma prática pedagógica? Há remédio que garanta a atenção concentrada... Para que compreender o fenômeno desencadeador da rebeldia? Há remédio que traga a tranquilidade absoluta. Para que vivenciar o luto do término de um relacionamento? Há excelentes antidepressivos para fazer esse papel!
Claro que estou potencializando a questão! É sabido que há situações cuja intervenção medicamentosa é indispensável. Mas não me refiro a essa condição! Tenho sim, potencial desejo de enfatizar a banalização indiscriminalizada.
Ainda na linha dos exageros, atento-me também, à judicialização da convivência.
As relações desgastadas, insatisfatórias que antes eram resolvidas em um bom bate papo (ou até mesmo num mau bate papo..rsrs ),hoje são mediadas por um juiz. Leva-se à justiça discussões entre vizinhos, visitação de filhos, insatisfações pedagógicas, desentendimentos profissionais, provocações em estádio de futebol, o churrasco do condomínio... O bom e velho diálogo deixou de ser a primeira opção. O bom senso então?!...esse não é mais conhecido. Quanto maior o número de ações protocoladas nos Foros, mais temos a certeza de que a flexibilidade não tem feito parte da sociedade contemporânea. Se juntarmos os pontos, podemos claramente fazer a seguinte leitura: Estamos diante de uma sociedade que conquista na justiça (adeus ao diálogo), se expressa no papel (adeus à troca de olhares), relaciona-se pelas redes sociais (adeus ao toque), e anestesia a dor medicamentosamente ,pois as dores devem ser eliminadas bem rápido...rápido o suficiente para não dar tempo de refletir...rápido o suficiente para que não haja mudança... Resta-nos indagar:
Até quando aguentaremos?

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Formação de Professores do Colégio CRE. Tema: Inclusão

 


   Em janeiro ,compartilhei bons momentos no colégio CRE, na região de Interlagos.
O intuito do encontro foi promover a formação da Equipe Docente através do tema "Inclusão".
Sinto imenso prazer em deslanchar tal assunto pois esse é o desafio da escola contemporânea: Ser inclusiva! Estar disponível aos diferentes alunos ,levando em consideração as especificidades de cada um.
Parabéns à Equipe tão empenhada e participativa!








quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Palestra de prevenção à drogas


     
  Em outubro de 2015,o Colégio   Dimensão ,localizado na região de Interlagos,achou um modo diferente para comemorar a semana da Criança. Aproveitou o momento para proporcionar formação às famílias com o intuito de valorizar a importância de uma infância de qualidade. Tive a honra de ser convidada para fazer parte desse evento.
         Maiores detalhes,no link a seguir:http://www.colegiodimensao.com.br/Noticia/19000101-semana-da-crianca.html#2015

Ensino Privado...como manter o sucesso da instituição sem fadar-se ao fracasso pedagógico

Observando alguns dos inúmeros colégios existentes na cidade de São Paulo, tenho apresentado uma crescente preocupação com os investimentos das instituições na formação continuada de seus profissionais(lembrando,é claro,que há excelentes exceções!).
A escola tem a necessidade (assim como em toda empresa),de manter ações lucrativas,mas tal visão não pode de forma alguma comprometer sua verdadeira e principal essência: a de formar Seres Humanos melhores para uma sociedade .
Temos hoje,um modelo de escola estabelecido pelo século XIX(no que diz respeito à localização das carteiras,posicionamento do professor,quadro negro...), professores do século XX  e  alunos do século XXI ! Como lidar com tamanho distanciamento de tempos,sociedade e valores?
Como esperar que ainda hoje,a avaliação dos alunos esteja restrita à notas,sem levar em consideração o pleno desenvolvimento dos educandos?!
Testifico inúmeros acontecimentos no meu cotidiano ,que por questões éticas,me reservo ao silêncio...porém ,como mãe passei por duas experiências que faço questão de compartilhar:
Meu filho teve um problema de saúde em pleno 30 de novembro ,problema esse,que o afastou por cinco dias,conforme atestado médico apresentado. Ele teve uma reação alérgica seríssima e estava sob efeito de medicação de dois diferentes anti alérgicos (cujo efeito colateral é sonolência...falta de atenção concentrada...tanto que mesmo sendo uma criança ativa,passou esse período dormindo enfaticamente). Fui surpreendida com a ligação do coordenador pedagógico da escola ( pensei eu que seria para saber de seu estado de saúde), mas o tema da conversa era negociar o retorno antecipado da criança pois faltava-lhe uma única prova para o fechamento da nota final!? Informei que o mesmo não estava em condições de fazer prova alguma,pois encontrava-se sedado...Mas o que ouvi de retorno era: "Puxa ...mas não dava para fazer uma forcinha...Precisamos fechar as notas!". Minha grande indagação é: Será que um professor de fundamental I que esteve com o aluno durante um ano letivo inteiro,não conhece o seu aluno a ponto de avaliá-lo sem a tradicional provinha de perguntas e respostas?! Quais são os fatores que limitam os profissionais a reconhecerem que a avaliação é um processo contínuo,diário...Será que a burocracia empresarial será maior do que o bom senso profissional e pedagógico?! Obviamente,não o levei e o mesmo fez a referida avaliação posteriormente...Mas me questiono sobre como seria tal situação com outra mãe leiga nesse contexto.
A segunda situação que considerei digna de ser citada,foi 
com a minha filha . A mesma ficou de recuperação em química, e teve como trabalho dirigido,oitenta exercícios valendo dois pontos para serem feitos durante as aulas da semana de recuperação. Tal assunto não me causaria estranheza,não fosse o detalhe de que a professora impôs a condição de que todos os oitenta enunciados fossem copiados ! Bem...temos aqui inúmeros fatores que tornariam a ação impossível e incompreensível! Primeiro: Qual o objetivo de alguém de recuperação em química ,copiar prolongados textos ,se na verdade o tempo utilizado nessa tarefa,desperdiçaria a possibilidade de utilizá-lo estudando a referida disciplina(química!)? Segundo: O objetivo de tais exercícios tinha ênfase em fatores pedagógicos ou punitivos? Copiar seria o "castigo" por ter ficado em recuperação?!
Terceiro: Porque os exercícios não poderiam ser levados para a casa de modo que pudessem ser material de apoio para os estudos...? Quarto: Não seria totalmente previsível que o tempo para execução da tarefa seria insuficiente?(Tanto que no último dia,diante da manifestação dos alunos,a coordenação pedagógica interviu,as orientações foram desconsideradas e o exercício foi liberado para conclusão em casa). Eu me pergunto de que maneira as escolas tem investido na formação continuada de seus profissionais? De que forma as tecnologias estão realmente sendo utilizadas a favor da aprendizagem e da educação de qualidade?
Até quando veremos em nossas escolas,atitudes que as mantém há dois séculos de atraso?! Até quando desconsiderar fatores emocionais no processo de aprendizagens ? Até quando massacrar as crianças com excesso de conteúdos desconexos à realidade ? Até quando aceitar que a aprendizagem seja homogênea e massificada,sendo cada ser humano um ser único e complexo?!
É preciso ajustar as engrenagens para que o funcionamento global não seja comprometido!

Freud explica...

[...] só será bom educador aquele que conseguir estar em paz com a criança que vive dentro dele; o ato de aprender sempre supõe uma relação com outra pessoa, a que ensina. O aprender é aprender com alguém (FREUD, 1986).

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Lançamento do livro "Educar puede ser fácil" no México!

         Graças ao sucesso de vendas do livro "Educar pode ser fácil" o mesmo acaba de ser publicado no México. E mais! Foi assinado o contrato de vendas para toda América Latina! 
O livro aborda situações do dia a dia da educação de nossas crianças,sugerindo saídas práticas para os conflitos que pais e educadores vivenciam com frequência.